"O Básico do Circo" (desde 2000 - Dez anos de função)

Se nos debruçarmos um pouco sobre a história do circo no Brasil, veremos como ele foi importante para divulgar a cultura. Não só a popular, como a erudita também. Desbravador, misturava música ao vivo, corpo de baile, núcleo de apresentação teatral, artistas circenses, enfim, envolvia muitas famílias. Era o circo que dava rosto aos grandes cantores do rádio. Todos conheciam aquela voz, mas, era através do circo que eles se faziam conhecer. Os palhaços no circo brasileiro desempenharam um papel estrutural para o Teatro. Não foi à toa que a Semana de Arte Moderna de 1922 teve o Piolim como representante dos atores.

Este espetáculo foi criado após uma pesquisa sobre o circo no Brasil e no mundo e faz uma homenagem aos grandes palhaços como: Piolim, Arrelia, Chicharrão, Pururuca, Torresmo, Picolino, Figurinha, Picoly, entre tantos outros.
Com números circenses , música ao vivo e improvisação, os atores prendem a atenção do público divertindo-os, pois a trama é de fácil assimilação.

O Básico do Circo remete o público aos circos antigos que chegavam nas cidades convidando-o para assistir ao espetáculo.A troupe chega com pernas de pau, laço, malabares e sua charanga – banda circense- cantando chulas em um cortejo pelas ruas.

A história tem início com o ensaio da nova bailarina do circo, desastrada e trapalhona, que conquista de cara o coração dos dois palhaços que fazem de tudo para conquistá-la. O dono do circo fica furioso mas não vendo outra solução, atua como juiz da “luta de boxe” dos palhaços onde, é claro, ninguém vence!

Mais bravo ainda, e sem credibilidade nenhuma, o dono do circo estala seu chicote e tendo a bailarina como “partner” realizam um número clássico do circo.

A bailarina lança um desafio: conquistará seu coração aquele que trouxer a estrela mais alta e brilhante do céu. Os palhaços imediatamente lançam mão de uma “escada”  e tentam o quanto podem realizar o desejo da sua amada. Essa reprise termina em um pastelão e novamente o dono do circo estala seu chicote e ordena que seus artistas ensaiem o número de malabares.

Ao final da corrida pelo amor da bailarina, os palhaços “cospem fogo” pelas ventas e são interrompidos inesperadamente pois a bailarina anunciará quem conquistou o seu coração.
Quem será?

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Ficha técnica:
Reprises Clássicas Adaptadas por: Simone Brites Pavanelli e Marcos Pavanelli

Direção: Marcos Pavanelli

Elenco:  Anderson Areias, Dany Ivan, Lucas Branco, Marcos Pavanelli,  Marcella Brito, Mizael Alves e Simone Brites Pavanelli

Direção musical: Charles Raszl

Produção: Simone Brites Pavanelli

Duração: 60 min.